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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Senado romano

Hoje, sexta-feira, liguei por acaso a televisão (otima TV-Senado) fiquei satisfeito: Artur Virgilio estava na tribuna. A "casa" funcionando em dia em que ninguém aparece? Fui saber, me disseram: "Brasilia está com numero para deliberar por causa da CPI da Petrobras".

terça-feira, 2 de junho de 2009

"Evolução" da CPI da Petrobras

Escrevo exatamente às 4 horas e o que vou dizer vale até agora, é rigorosamente verdadeiro. Daqui para frente, pode mudar tudo. No momento, a "base" do governo queria um suplente presidente da CPI e outro, relator.

Depois de muitas conversas e vetos a Romero Jucá e Mercadante, surgiu também o veto ao suplente. Não é porque não tenham votos. É que apareceu o nome de Paulo Duque, que é segundo suplente. No entendimento do governo, segundo suplente é mais "docil e controlavel" do que primeiro. Que Republica.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

CPI - 2010

Oposição (?) e governo disputam nãolugares numa CPI, mas vantagens eleitorais em 2010. Esse é o inconveniente de eleições acumuladas. Na tribuna, o PSDB, sempre ele, sempre ele, finge querer desbravar o universo da corrupção. Que praticou abertamente no RETROCESSO de 80 anos em 8.

Nos bastidores, o PSDB tenta todos os acordos com o PMDB-PT-PT. Acontece que o governo tem 11 membros e o PSDB apenas 3. E nem o DEM quer conversa com o PSDB, prefere a presidencia da CPI.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

CPI da Petrobras

Ontem ao meio-dia, Renan Calheiros falou, excrevi: "No final da tarde, revelarei o nome do presidente e do relator". A terça acabu e nada. Hoje, quarta, às 8:30 da manhã, o reporter já conversava e Renan sabia menos do que dizia.

Os nomes mais cotados para presidente (cotados mas não escolhidos) tinham a cara do Senado: eram suplentes. Antonio Carlos Magalhões Junior, por causa do perfil contemplativo, nada agressivo. O favorito era João Pedro, do Amazonas,suplente do senador-Ministro Alfredo Nascimento e intimissimo de Nascimento era Lula. Nascimento era Ministro dos Transportes, deixou o cargo para uma eleição certa de senador.

Lula conversando com ele: "Como você vai se eleger e voltar para o ministerio, coloca o João Pedro de suplente". Colocou, ganhou, voltou, João Pedro assumiu. Está há 2 anos e meio no Senado e como Nascimento é candidato a governador (e até se eleger), João Pedro pode "ficar' senador até 2014. Que representatividade. (Exclusiva)

terça-feira, 26 de maio de 2009

O monopólio do petróleo 2

De Jorge Rubem Folena de Oliveira para Helio Fernandes:
Agradeço, de todo coração, a publicação do artigo "O monopólio do petróleo" e de seu comentário, na Tribuna da Imprensa de hoje.

Espero que possamos ter colaborado com o debate sobre tema relavante para o Brasil, ainda mais neste momento de instalação de uma negativa CPI contra a Petrobras.

Comentário de Helio Fernandes:
O artigo é muito bom e foge da rotina. Pois traz ao debate a questão da constitucionalidade e da inconstitucionalidade das emendas sobre a Petrobras. São centenas de mensagens sobre a CPI, CONTRA e A FAVOR. amanhã responderei algumas. Muita gente defende a CPI, outros combatem. É isso que me agrada, o fato das pessoas tromarem posição, combaterem por aquilo no qual acreditam.

Minha convicção não mudou: sou contra a CPI, mas mantenho a importancia da investigação. Alguns cidadãos lembram que já denunciei muitos presidentes da Petrobras (e da BR e da Transpetro, não esqueçam) que enriqueceram fabulosamente. O proprio "presidente" Geisel deixou "herança" de 20 milhões de dolares, supresa. Só eu publiquei isso, embora não fosse o unico a saber. O jornalista Elio Gaspari soube antes, mas tinha que proteger afonte.

Podem escrever à vontade, defendam com clareza as coisas nas quais acreditam, não censuro ninguem, mesmo que discordem do reporter.

Defendo uma Petrobras LIMPA e SEM ROUBO. Mas 60 por cento dos que passarampor cargos importantes na empresa, eriqueceram. E não apenas no passado. Só que é dificil acreditar em Jereissati e no PSDB.

Inedito, textual e entre aspas

Do presidente Lula: "Entre brigar com Renan ou com Mercadante, não tenho escolha. O companheiro de São Paulo é do meu partido, vai compreender as dificuldades".

Mercadante não prespondeu, claro. Mas um amigo dedicadissimo disse ao reporter: "O Mercadante tem enorme capacidade de compreensão, não faz outra coisa desde 2003. Foi o senador mais votado de 2002, esquecido até agora, repetirá a vitória em 2010?"

Paes de Andrade cada vez mais atuante: "O PMDB tem um candidato fortissimo a presidente, é o governador do Paraná, Roberto Requião".

Será? Houve um tempo em que Requião era o meu candidato, se juntou com Quercia.

Para Paes de Andrade se voltar para o Paraná é porque as coisas vão muito bem para ele e a familia no Ceará. O que me dizem de lá: "Eunicio de Oliveira será senador certo, e com muitas possibilidades de se eleger junto com a prefeita reeleita de Fortaleza, Luizianne Lins".

O senador em fim de mandato e processado no Supremo, faz força para se REEELEGER à custa da Petrobras.

Nomes da CPI

Hoje, terça-feira, às 11:34, Renan dominava os bastidores de Brasilia. Na vespera, esteve 40 minutos com o presidente Lula e Dona Dilma, e rindo muito deixa entrever: "Só eu sei quem será o presidente e o relator da CPI da Petrobras".

Era sem duvida o "dono" de tudo. E como sua recuperação foi total desde que perdeu a presidencia do Senado e quase perdia o proprio mandato, deixou escapar : "Agora não posso falar mais. No final da tarde, falarei, mas aí será para todos, em entrevista coletiva, MOSTRAREI os nomes". (Exclusiva)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

CPI, Lula, Dilma, Renan

Não há nada de novo no mundo da CPI. O surpreendente é que Lula e Dona Dilma tenham 40 minutos disponiveis (?) para conversar com Renan. Tudo que osenador quer, eles sabem. Tudo o que podem recusar, ele não aceita. É o maximo da quimioterapia palaciana e senatorial. Até o fim de semana, combinam um "spa" e escolhem os nomes. (Exclusiva)

Engenheiros da Petrobras

A Associação dos Engenheiros da Petrobras já foi uma potencia em defesa da grande empresa. Quase todos aposentados da maior empresa brasileira, se dedicavam a desmascarar os "globalizantes". Campeã da luta contra as "licitações", a AEPET não se entregava.

Que mudança. Agora não há protesto, reunião ou reação. Aceitam tudo, fazem a CPI da vingança, do odio e da destruição, quando podiam fazer simplesmente a investigação, a fiscalização e a apuração, contra a qual ninguem se insurge, principalmente este reporter nos 50 anos de defesa da empresa, sem qualquer reciprocidade.

Os nomes podem surgir a qualquer momento, para que a CPI fique em condições de funcionar. O "principio" continua o mesmo. Um presidente de perfil conciliador, com um relator que pode ser compreensivo ou agressivo, de acordo com as circunstancias.

De morrer de rir é o PSDB dizer: "NÓS DA OPOSIÇÃO". Ha! Ha! Ha!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

CPI da Petrobras

Nenhuma novidade, a razão é simples: a traição não tem explicação. Todos se sentem traídos ou traidores. E as marcas são eternas. O PSDB completamente arrependido. O PMDB achando que foi longe demais nas exigencias, o Planalto-Alvorada concedeu muito na chantagem. (Como fez com o lobista-chefe Eduardo Cunha, desse PMDB chantagista).

Assim os nomes só sairão não no ultimo esforço ou acordo, mas numa "golfada de sangue", que a opinião publica não aceitará. Um dia, na distanciados tempos, a CPI será constituída. Para que mesmo?

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Contradição

Constrangimento, hoje, quarta-feira, com duas afirmações rigorosamente desnecessarias. Dona Dilma: "Minha entrada no hospital, nada a ver com a quimioterapia". Lula na contramão: "É um absurdo dizer que Dona Dilma não é mais candidata por causa do cancer".

Quem dá mais?

Nos bastidores a busca FEROZ por uma TREGUA, mesmo sem paz. O que desejam? O PSDB (empurrado por FHC) quer fazer o presidente ou o relator. Não sabe se é melhor agredir ou afagar. Continua na duvida.

O governo já concluiu: prefere não guerrear, pois aí, perde de qualquer maneira. Ou para a oposição ou para o proprio PMDB, de quem não ganha nem consegue se livrar.

Neste final de quarta-feira, o que o governo continua insistindo: um presidente da CPI, que tenha um perfil quase canonico, nada ofensivo, e nesse caso implora por Antonio Carlos Magalhães Filho. Que indicaria para relator um senador bem agressivo, tipo Renan Calheiros, que pessoalmente não quer.

Motivo: é lider, pode falar e apartar a hora que desejar. Adoraria que o relator fosse Almeida Lima, Isso nem o Papa consegue. (Exclusiva)

CPI da Petrobras

Artur Virgilio conversava amenidades, Jereissati era entrevistado pot Alexandre Garcia, Mercadante desaparecia junto com Ideli Salvatti, Alvaro Dias, (autor do pedido de CPI) discursava sobre a saude publica. Petrobras? Ninguem estava interessado. Ou pelo menos dava aimpressão.

FHC: "Não quero privatizar a Petrobras. Petrobras, quero reestatiza-la"

Se existisse o Premio Nobel de hipocrisia, demagogia e fantasia, teria que ser entregue ao PSDB, em conjunto. Terça-feira, de 2 da tarde às 8 da noite, se revezaram nos microfones. Foi um festival Wagner de repugnancia, palavra utilizada pelo globalizante FHC. Este chegou a dizer vergonhosamente: "Participei da campanha do petroleo é nosso".

Como o auge da campanha do "Petroleo é Nosso" ocorreu em 1952, quando FHC tinha 20 anos, é facil comprovar que ele não estava falando a verdade. Meia verdade disse o ex-presidente, assim: "Varios generais participaram dessa campanha, incluindo meu pai". Mas o general da "panela vazia", um bravo lutador, já estava longe do filho, a familia não se cansava de criticar o futuro e inesperado presidente.

Muitos parentes, militares, não se davam com FHC. Barbosa Lima disse uma vez que "nem os generais parentes dele suportavam suas posições antinacionais" (e olhem que ele ainda não participara nem patrocinara as reuniões, aqui e nos EUA, do famigerado "Consenso de Washington").

Nascido no Rio, morando na Rua 19 de Fevereiro (Zona Sul da cidade), inesperadamente resolve mudar para São Paulo. Mudar de Estado não é surpreendente. No caso do futuro presidente, era obrigação por causa das divergências familiares.

Era muito jovem, não participou de nada, apesar do que diz. Tudo na sua história é forjado por ele mesmo. Depois, à medida que o tempo foi passando, continuou sem participar, aí era total falta de convicção. E também porque tinha se convencido de que o melhor lugar para fazer carreira era ficar sempre em cima do muro, o que fez com magistral sabedoria, um equilibrio majestoso. Mas, diga-se, jamais pensou (?) na Presidência da República.

Continua insistindo (e mentindo) em contar uma biografia falsa e inexistente. Suposto contador de histórias, tenta enganar, dizendo: "Fui cassado, preso, exilado". E ontem, numa nota oficial sem sentido, na hora errada e despropositada, acrescentou outro "fato" que representa "menas" verdade: "Fui processado por participar da campanha do Petróleo é Nosso". Ha! Ha! Ha!

FHC diz que tem REPUGNÂNCIA pelos que falam em PRIVATIZAÇÃO da Petrobras. O ex-presidente, então, deve evitar o espelho. Usemos a mesma palavra (que não consta do meu vocabulário) para desmontar as quatro inverdades.

CASSADO: jamais a ditadura se preocupou com ele. Tanto não foi cassado que em 1978, muito antes da "anistia ampla, geral e irrestrita", FHC foi candidato a senador. Nenhum CASSADO pôde sair candidato. Que ele apresente um só cassado que tenha disputado eleição em 1978, RETIRO tudo que disse, e reconhecerei que FHC está com a razão. (Nos anais da ABI, existe um debate entre dois conselheiros, esse reporter e o jornalista Mauricio Azedo, agora, presidente, na época era o excelente Fernando Segismundo. Queriam mandar um ofício a FHC, então presidente, fiquei contra usando os fatos que repito agora. O ofício não foi enviado.)

PRESO: nenhuma cadeia ou prisão especial jamais recebeu, por horas que fosse, o futuro presidente, que usou sempre o "fato", mentirosamente, para se promover.

EXILADO: FHC jamais sofreu qualquer punição, nem mesmo essa de ser perseguido e obrigado a morar no exterior. Como diversos amigos estavam no Chile, ele ia para Santiago, em vez de ir para Paris (o habitual). Foi e voltou várias vezes, mesmo sem ter sido obrigado, se enquadra na constatação do sincero Darci Ribeiro: "Nunca me diverti tanto quanto no exilio, e jamais viajei por tantos países". O mesmo Darci, que, eleito senador, afirmou satisfeitissimo, ao assumir: "Puxa, nunca pensei que o Senado fosse um clube tão agradavel e confortavel. Tudo o que você imagina está a sua disposição".

PROCESSADO: essa é inacreditável. O movimento "O Petróleo é Nosso" começou com alguns civis e militares. O auge foi em 1952. Em 1953, o deputado Roberto Morena (do Partido Comunista e que, como marceneiro, trabalhara na instalação das poltronas da Câmara) apresentou projeto criando a Petrobras. Vargas, espertissimo, logo aprovou o projeto, ligando seu nome. INDEVIDAMENTE, à história da Petrobras.

FHC quer fazer crer que 18 anos depois foi processado pela campanha. E só ele, mais ninguém? Nem o pai, este, indiscutivelmente, uma brava e respeitada figura?

P.S. - FHC quer também "vender" a ideia de que o pré-sal é consequencia de seu governo. Assim é demais. Um ex-presidente "apanhado quatro vezes em mentiras colossais", mostra que esta não é a República dos nossos sonhos.

P.S. 2 - Estas notas responsabilizando FHC pela baderna e o tumulto da CPI da Petrobras são porque, como registrei ontem, terça-feira, ele é o instigador de tudo. Em outras notas, comentarei mais sobre a Petrobras.

A postura de Collor

MENSAGEM RECEBIDA DE VICENTE LIMONGI NETTO, DE BRASÍLIA

Engana-se quem imagina um Fernando Collor irado, ressentido ou babando na gravata ao atuar agora na CPI da Petrobras. O ex-presidente continuará com sua postura de cidadão e parlamentar responsável, analisando e expondo os fatos com isenção, esclarecendo com serenidade o que precisará ser levado à opinião pública. Collor jamais servirá de instrumento para palanqueiros e pseudonos da verdade em busca de holofotes às custa da Petrobras.

COMENTÁRIO DE HELIO FERNANDES

Meus parabéns pela coragem e a lealdade aos amigos. Isso é raro, cada vez mais. E parabéns também pelos 94 anos de sua mãe Alcy e pelos telefonemas de cumprimentos de Bernardo Cabral, Arthur Virgilio, Agnaldo Timoteo, ministro Mauro Campbell e mais e mais. Este ano, os quatro filhos se reuniram em Manaus, onde tudo começou.

Edison Lobão e a Petrobras

O ministro José Múcio disse: "A Petrobras tem um ponto a favor: é o trabalho do ministro de Minas e Energia". Lobão trabalhando? Deve ser a primeira vez em 70 anos. Ele e o Edinho 30.

Não sou contra investigação na Petrobras, mas não SOBRE a Petrobras. Podem (e devem) investigar as potências da empresa, Gabrielli, Santarosa, Sergio Machado, o presidente da BR e mais e mais. Esses dominam mesmo, controlam mesmo, são poderosos mesmo.

A propósito, Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, diz: "Serei candidato a senador pela Bahia". Já quis ser antes, na hora desiste. Ninguém o conhece fora da Avenida Chile (sede da Petrobras).

É sempre um prazer ouvir o senador Arthur Virgilio. Menos como aconteceu ontem, quando usou o talento e a combatividade para lutar contra "moinhos de vento". Virgilio perdeu tempo lutando o mau combate, e pode estar perdendo prestigio e votos.

Foram 4 horas jogadas fora. Normalmente poderia ter falado durante 20 minutos. Mas José Sarney assumiu a presidência do Senado, para impavido e alvissareiro, deixar Virgilio na tribuna o dia todo, das 4 às 8 horas, falando, falando, falando ("palavras, palavras, palavras") sem justificar o desgaste que impunha à grande empresa. E aparteado pelo PSDB inteiro.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Bastidores

Enquanto isso (leia nota abaixo), no lusco-fusco (desculpem) sem audiencia visivel, se trava a guerra pelo destino da CPI da Petrobras. Todos querem a presidencia, pois este indica o relator. Haja o que houver, o interesse verdadeiramente nacional, representado pela Petrobras, está totalmente atingido. Sarney comanda tudo, com o pseudonimo de Renan Calheiros.

CPI da Petrobras

Insuflados por FHC, alguns membros do PSDB resolveram fazer estardalhaço com a maior empres brasileiro sendo colocada nas manchetes de todos os orgãos de comunicação, impressos ou não. A Petrobras não é intocavel, essa é "verdade verdadeira". Mas sem odio, vingança ou ressentimento.

FHC DOOU parte enorme do patrimonio nacional, numa ação sem precedentes de traição ao interesse do país. E na Comissão de DESESTATIZAÇÃO grandes fortunas foram feitas com o recbimento das execraveis MOEDAS PODRES.

Só que FHC não tinha, não teve e não tem coragem para se jogar de frente contra a Petrobras. Então, assinou a Lei 9478, que criava as famigeradas licitações que prejudicava a empresa e favorecia as multinacionais. (Esse é o perfim eterno do ex-presidente).

Só o governador Roberto Requião teve coragem de ir ao Supremo, considerand oo decreto, inconstitucional. 4 Ministros votaram pela INCONSTITUCIONALIDADE. Nelson Jobim, então presidente, pediu vista (usando um pseudonimo) levou 3 meses para devolver. E com apoio explicito e implicito do proprio Lula, trabalhou intensamente, o 9478 saiu vencedor. Onde está a coerencia? (EXCLUSIVA)